Especificação funcional – Estrutura do documento (2ª parte)

Bom, depois de um longo tempo, volto a tratar de especificação funcional, agora abrangendo mais o documento em si, já que a nossa última conversa (apesar do adiantar do assunto nos comentários) foi somente uma breve introdução do assunto.

Percebi que muitas pessoas chegaram até aqui pelos mecanismos de busca, procurando informações sobre o tema, então novamente gostaria de informar que a estrutura e o estudo aqui proposto é um conjunto de práticas que, com a minha experiência acadêmica e profissional, entendi que são as mais próximas da realidade de um projeto de software. Conforme o passar dos anos e adquirindo mais experiência com o tema, certamente mudarei alguns pontos de vista, talvez até todos. O aprendizado contínuo derruba alguns paradigmas e isto é natural.

A conversa agora parece supérflua, mas não é. Conversaremos sobre a estrutura do documento de especificação funcional, que deve ser o padrão no projeto. A principio “padrão” e “estrutura” parecem remeter ao mesmo sentido, então vamos tirar as possíveis dúvidas:

  • Padrão: quando digo padrão quero dizer que existe um modelo de documento a qual sua empresa ou você irá adotar para especificar funcionalmente todas as necessidades do seu cliente.

    Todos os documentos partem deste modelo, que possui uma estrutura comum, ou seja, todos seus documentos de especificação funcional serão reconhecidos e identificados pela mesma forma.

    Se há equipes diferentes que terão como meta a especificação de documentos funcionais de partes ou módulos diferentes de um mesmo sistema, os documentos de saída de cada equipe deverão possuir a mesma padronização.

    Você deve pensar: “Mas isto é muito lógico para ser explicado”, concordo! Mas geralmente existem diversos tipos de especificação funcional dispostas para um mesmo projeto, principalmente se existem diferentes equipes trabalhando diferentes frentes. É importante que logo no início do projeto este documento seja apresentado como padrão;

  • Estrutura: logicamente se é determinado um padrão, a estrutura também é padronizada, ou seja, é padrão para todos os documentos terem a mesma estrutura. Mas a estrutura a ser padronizada deve ser organizada de uma forma clara, objetiva e estruturada para que os processos vindouros após a finalização da especificação identifiquem as soluções propostas deste documento.

A meta então é debater uma estrutura para a padronização do documento de especificação funcional.

Primeiramente é importante definir a formatação da documentação, processo simples para os editores eletrônicos de textos atuais, como a escolha da fonte e o tamanho (recomendo Times New Roman com 12pt), margens, tabulações, cabeçalho e rodapé, títulos e subtítulos. É necessária a paginação, de preferência no formato “página atual/quantidade de páginas”.

Agora vamos falar sobre a estrutura em si, esta estrutura foi pensada com partes básicas de um projeto, porém projetos variam de necessidade, ou seja, um projeto de desenvolvimento de software tem necessidades e particularidades diferentes de um projeto de estruturação de rede, pense neste documento como ele realmente deve ser: uma forma de explicar o que deve ser feito para resolver um problema. Se a estrutura do documento está estruturada de uma forma a gerar dúvidas em seu entendimento que dirá o desenvolvimento da solução.

Esta estrutura pensada está ordenada da seguinte forma:

    A capa: Ela deve conter as identificações básicas, porém importantes para o documento, que são: nome e/ou logo da sua empresa, o título do documento: “Especificação funcional”, descrição do projeto, se houver divisão do projeto por partes da solução deve-se colocar a descrição da parte da solução (Exemplo: Projeto: Controle de Locadora, Frente: Controle de estoque), Autor(es) do documento.

    Índice: básico.

    Controle de versão: deverá iniciar em 0 ou 1, com o nome do autor da versão, data de atualização da versão e motivo da atualização. Cada mudança na especificação funcional deverá conter o registro de versões para nortear as mudanças de escopo dentro do documento de especificação funcional.

    Descrição da solução: este é a parte principal do documento, é onde será solucionado o diagnóstico do cliente, nos ateremos em breve a este conteúdo.

    Quadro de referências: contém as palavras ou termos utilizados no documento que não são de conhecimento do cliente. Como o cliente deverá assinar este documento ele deverá também entender os termos descritos neste.

    Convenhamos que em diversas vezes usamos termos técnicos ou particulares para identificar uma solução ou um processo específico e o cliente não necessariamente precisa sabê-los. É importante então referenciarmos o que significa estes termos quando usados no documento, nesta sessão.

    Por exemplo: “O cálculo do valor do aluguel será prorrateado quando da entrega antecipada em número de dias”. O que é prorrateado? Este termo para este caso deverá ser explicado nesta sessão do documento.

    Anexos: Algumas vezes utilizamos de outros documentos para diagnosticar e especificar a solução, portanto estes documentos são as bases desta análise. É importante anexar estes documentos nesta sessão para talvez justificar posteriormente alguma lógica de solução. Recomendo o anexo das atas das reuniões no projeto.

    Aceite: É o local onde será selado o pacto entre cliente e desenvolvedor.

    É a assinatura de ambos que significa: O cliente entendeu o documento e concorda que o quê está escrito resolve seu problema e que o desenvolvedor terá que lhe entregar tudo o que está descrito neste documento. É a aprovação do contrato.

Basicamente (ufa) entendo que estes são as principais divisões da estrutura de um documento funcional, se você entende diferente ou entende que existem mais necessidades a serem citadas como importantes neste documento, não deixe de comentar, lembre-se que esta série de matérias é um bate papo entre eu e vocês sobre algo que temos em comum: a necessidade de entender melhor nosso cliente e fazer melhor aquilo que será a menina dos olhos dele.

Estudo sobre Biometria – Parte 1 (GR Finger)

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GrFinger SDK é um Kit de Desenvolvimento de Software (SDK) inovador de reconhecimento de impressões digitais que permite você integrar a biometria em um grande leque de aplicações. Com o suporte a uma grande quantidade de linguagens de programação, riqueza de exemplos de código e com sua documentação clara e completa, você poderá começar a desenvolver sua aplicação em questão de horas!

 Pontos-chave

Muitas companhias, incluindo os fabricantes de leitores de impressão digital, fornecem SDKs de reconhecimento de reconhecimento. Para ajudar na sua escolha, mostramos alguns pontos a serem considerados e comparados com outras soluções:

  • geralmente, os SDKs dos fabricantes de leitores permitem o uso de apenas seus próprios dispositivos. O suporte do GrFinger a vários tipos de leitores de impressões digitais permite a você escolher o mais adequado e, mesmo depois do desenvolvimento e dos testes do seu programa, você pode trocar de leitor sem modificar uma única linha de código!
  • Suporte sem drivers ao Microsoft Fingerprint reader and Digital Persona support: você não precisa instalar os drivers ou o SDK do fabricante. Nosso SDK vem com seu próprio driver para esses leitores.
  • Suporte a muitas linguagens: quase todos os SDKs tem como interface com os programas apenas DLLs complicadas, que lhe obrigam a criar arquivos para importá-las para a linguagem que você está usando, além de outros obstáculos. O GrFinger suporta muitas linguagens de programação incluindo Java, Delphi, Visual Basic, C++, .NET, FoxPro e muitas outras. Estão disponíveis tantos o componente ActiveX quanto a DLL. Usando os exemplos que vem junto com o pacote, a integração será incrivelmente simples. Tudo o que você precisa para desenvolver nas linguagens suportadas é parte do SDK! Sem taxas adicionais nem necessidade de licenciar qualquer outra coisa.
  • Suporte para a internet: você pode usar o GrFinger dentro de um applet Java e criar uma aplicação para web!
  • Exemplos de código em várias linguagens: junto com o SDK vêm uma porção de exemplos de programação muito detalhados (junto com o seu código fonte), em várias linguagens de programação. Eles podem ser usados, com quase nenhuma mudança, como base para o seu desenvolvimento.
  • Certificado internacional de qualidade: nós passamos com sucesso por testes entre os melhores sistemas de reconhecimento, em um teste promovido pelo NIST em 2003.
  • Velocidade de comparação: com uma velocidade de comparação de 35.000 digitais por segundo, o GrFinger é perfeito para suas necessidades.
  • Identificação um-para-n: a maioria das soluções oferece apenas identificação um-para-um ou um-para-poucos. Com GrFinger você tem uma identificação um-para-n ilimitada.
  • Versão de testes disponível: você pode fazer o download do nosso pacote trial e testar, criar suas aplicações e usar para fins não-comerciais por 90 dias. Depois que você decidir comprar uma licença LIGHT ou FULL, não será preciso nem ao menos reinstalar o software.
  • Licenciamento fácil e sem hardware: o GrFinger SDK pode ser licenciado com apenas um acordo de licença, enviado pela Internet. É extremamente fácil distribuir o seu software.
  • Pesquisadores: nossa tecnologia não para de ser desenvolvida, graças aos nossos pesquisadores, todos com grande conhecimento e publicações em processamento de imagem, visão computacional e outros tópicos relacionados.

Compare

Soluções biométricas tradicionalmente requerem produtos complicados e caros e uma série de licenças. A tabela comparativa mostra como o GrFinger se diferencia dos softwares desenvolvidos pelos fabricantes de leitores de impressão digital e de outros produtos biométricos.

Característica GrFinger 4.2 Software do fabricante de leitores [?] Outros produtos biométricos. [?]
Suporte ao Microsoft Fingerprint Reader Sim Não Não
Suporte a mais de um leitor Sim Não Não
Qualidade e velocidade de reconhecimento Muito alta Normalmente lento Normalmente lento
Avaliado pelo NIST FpVTE LST Sim Não Normalmente não
Versão de testes gratuita Sim Não Não
Suporte a ActiveX, DLL, Java, .NET Sim Não, ou com custo adicional Não, ou com custo adicional
Fórum público de suporte Sim Não Não
Experiência em larga escala, padronização e AFIS Sim Não Não
Licenciamento sem hardware Sim Às vezes Às vezes
Pesquisa e desenvolvimento internos de última geração Sim Às vezes Às vezes

Leitores suportados

Esta é uma lista dos leitores suportados nativamente, além de suas características técnicas e o site do fabricante. Estes leitores representam cerca de 90% do mercado mundial.

Mesmo leitores que não estão nesta lista podem ser suportados através da interface de arquivo do GrFinger. Você pode alimentar o GrFinger com uma imagem de uma digital salva em um arquivo. Isso permite o uso de qualquer leitor de digitais, já que todos eles oferecem uma maneira de salvar a imagem ao arquivo, com aplicações do fabricante.

Ainda assim, se você quiser suporte nativo para qualquer outro leitor, podemos fazer sob encomenda, com uma taxa cobrada sobre as horas de desenvolvimento. Contate-nos se for esse o caso.

Depois de ler essa lista e ver os leitores disponíveis, você provavelmente vai querer nos perguntar qual desses é o melhor leitor. No é fácil dizer, já que “o melhor” pode significar várias coisas, como preço, robustez e suporte ao sistema operacional. Então, leia nosso FAQ para ter uma discussão mais detalhada.

 

Microsoft Fingerprint Reader
tipo: ótico
resolução: 512 DPI
tamanho da imagem: 355×390 pixels
cores: 256 tons de cinza
conexão: USB 1.0, 1.1 ou 2.0
sistemas suportados: Windows XP/2003/2000/Me/98 SE
site do fabricante

 

Digital Persona U.are.U 4000
tipo: ótico
resolução: 512 DPI
tamanho da imagem: 355×390 pixels
cores: 256 tons de cinza
conexão: USB 1.0, 1.1 ou 2.0
sistemas suportados: Windows XP/2003/2000/Me/98 SE
site do fabricante

 

SecuGen Hamster FDU02
tipo: ótico
resolução: 500 DPI
tamanho da imagem: 260×300 pixels
cores: 256 tons de cinza
conexão: USB 1.1
sistemas suportados: Windows XP/2003/2000/Me/98/NT
site do fabricante

 

Geomok (Testech) Bio-I
tipo: bioluminescente
resolução: 500 DPI
tamanho da imagem: 288×352 pixels
cores: 256 tons de cinza
conexão: USB 1.1 ou 2.0
sistemas suportados: Windows XP/2003/2000
site do fabricante

 

Crossmatch V250/V300/V300 LC/V300 LC2/V500
tipo: ótico
resolução: 500 DPI
tamanho da imagem: 504×480 pixels
cores: 256 tons de cinza
conexão: USB 2.0
sistemas suportados: Windows XP/2000
site do fabricante
GrFinger pode também receber uma imagem de um arquivo. Portanto, se o programador conseguir extrair a imagem de um leitor não suportado, ele pode suportar qualquer outro dispositivo.

Futuras versões do Microsoft Fingerprint Reader podem não ser suportadas caso a Microsoft impeça o acesso a ele. A Griaule pode não suportar novas versões do MS reader. A Microsoft não apóia o uso de SDKs para o Microsoft Fingerprint Reader e não apoia os esforços da Griaule.

Edições

Existem duas edições disponíveis do GrFinger: LIGHT e FULL. Com qualquer uma das duas, você poderá desenvolver programas usando nosso SDK e mudar os códigos de exemplo de acordo com suas necessidades. Ambas são completamente compatíveis entre si e diferem apenas na velocidade de reconhecimento.

Abaixo, você tem uma tabela comparando as três edições.

Característica Edição LIGHT Edição FULL
Velocidade de processamento de imagem [?] 100 milisegundos 100 milisegundos
Velocidade de identificação [?] 100/s 35.000/s
Número máximo de digitais Ilimitado Ilimitado
Licenciamento Trial, Integrador Trial, Single-User, Integrador
Uso Uso em vários computadores com aplicações que apenas precisam extrair as impressões digitais ou que não precisam da velocidade máxima Uso com aplicações que necessitem da velocidade máxima do GrFinger

Licenciamento

Uma licença é necessária para ativar uma cópia do GrFinger. Todo o processo de licenciamento do GrFinger é baseado em acordos de licença, sem nenhuma licença amarrada a hardware. Você pode solicitar o arquivo de licença na página de gerenciamento de licenças. As licenças normalmente levam de 2 a 5 dias úteis para serem geradas. Enquanto a licença não é enviada, você pode usar o pacote Trial para desenvolver o seu software.

Licença Trial

Você pode usar o GrFinger por 90 dias com uma licença Trial. Não há limitações técnicas, e é completamente igual às edições registradas. Depois desse período de avaliação, você deve comprar uma licença Single-User ou uma Integrador para substituir a Trial. As edições são totalmente compatíveis e você não vai precisar fazer nenhuma mudança no seu código. A licença Trial está disponível para as edições LIGHT e FULL. Faça o download na nossa página de downloads.

Licenças Single-User

Para a edição FULL apenas, você pode comprar uma licença para um único computador. Se você tem menos de 30 computadores, recomendamos esse modo de licenciamento. Essas licenças serão geradas para uma pessoa que você especifique, permitindo uma distribuição facilitada. Usar uma licença Single-User em mais de um computador ao mesmo tempo é uma violação ao acordo de licença.

Licenças de Integrador

O objetivo das licenças de Integrador é permitir a você, com uma única compra, fazer quantas instalações individuais você quiser da aplicação. Como o preço é mais alto, você deve comparar se não é conveniente comprar várias licenças FULL Single-User. Este modo de licenciamento está disponível para as edições LIGHT e FULL. Consulte nosso FAQ para uma discussão mais detalhada.

Especificações

Versão 4.2
Plataforma Windows 98, Windows ME, Windows NT, Windows 2000, Windows XP, Windows 2003.
Requisitos mínimos de sistemas Processador Pentium (i386, 200 MHz ou mais) com 64Mb ou mais e 20Mb de espaço em disco.
Banco de dados O GrFinger SDK não usa banco de dados. Os templates são entregues à aplicação, que deve armazená-los conforme definido pelo desenvolvedor.
Resolução 250 DPI ou superior; 500 DPI é o recomendado.
Tamanho do template 900 bytes (em média).

Novo dominio da Corpora no ar.

Foi adquirido recentemente o dominio http://www.itcorpora.com.br. Este dominio será o novo endereço da empresa na internet, assim como os e-mails passarão por mudanças. Não deixe de acessar o blog pois aqui todas as informações referentes a Corpora são publicadas e você fica sabendo o que está se passando na empresa assim como pode entrar em contato se o nosso serviço corresponde a solução de sua necessidade. Entre em contato, teremos prazer em atendê-lo.

Sistema de Biometria quase pronto

Estamos terminando a implementação do sistema de biometria para a Escola Formiguinha. Este sistema estará integrado com o ERP que a Corpora está desenvolvendo para esta escola, inicialmente este sistema contemplará apenas a parte de funcionários da escola como fase de testes, mas também no futuro pode vir a controlar a frequência das crianças na creche.

Este sistema que está sendo desenvolvido pela Corpora sob medida para a escola é um sistema inovador, diferente de qualquer sistema existente no mercado, foi realizado estudos sobre funcionamento dos sistemas existentes e a Corpora pretende inovar na gestão das escolas infantis.

Interessou ? Entre em contato para maiores detalhes, teremos prazer em atendê-lo. Mande um e-mail para cicero@fqconsultoria.com.br.


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Produção de Logotipos

Agora com a equipe de design montada a Corpora passa a prover um novo tipo de serviço que antes não prestava, a de produção visual. Logomarcas, Campanhas, Sites, Identidades Visuais e Planejamento de divulgação. Com o novo integrantes Isaac Barcellos isso se tornou possivel. Profissional formado no Texas ele já trabalhou produzindo soluções de design para grandes empresas. Se você precisa de um serviço do tipo entre em contato. Teremos prazer em atendê-lo.

e-mail para Cicero Ferreira

Logotipo Corpora Finalizado

O logotipo da Corpora foi finalizado pelo pessoal de criação e já está definido a nova identidade visual utilizada no logo. Agora mais clean e sérias demonstra o perfil da empresa em relação aos clientes e em relação aos serviços prestados.

Se você acha que sua empresa precisa de serviços organizacionais, ou planejamento, levantamento de informações, entre em contato conosco; Teremos prazer em atendê-los.